sexta-feira, 19 de junho de 2026

Fruta Podre!

Algumas frutas pareciam boas por fora…

Mas estavam apodrecendo nas minhas mãos.

E eu continuava chamando a decomposição de… lealdade.

Pai, esta noite…

Nós rompemos toda conexão falsa.

Toda amizade desgastante.

Todo espírito que se esconde atrás de rostos familiares.

E liberamos paz… sabedoria… discernimento… e liberdade em nome de Jesus.


Eu carregava cestas cheias de pessoas com a alma ferida,

Sorrisos doces, mas com corações frios,

Conversas apodrecidas, sementes mofadas,

A cada momento em que me fortalecia, ficava mais difícil contê-las.

Algumas vinham com inveja,

Algumas com orgulho,

Algumas com fofoca, apenas para envenenar minha mente,

A manipulação sussurrava: "Não as abandone",

Mas cada galho seco continuava sufocando minha videira.

Ignorei os sinais de alerta por anos,

Confundindo a dor familiar com lágrimas de aliança,

Acolhendo serpentes enquanto orava por cura,

Chamando isso de amor, mas meu espírito conhecia o sentimento.

Frutas apodrecendo...

Sentadas à mesa do meu destino,

Cada mordida tinha um gosto doce no início...

Então a amargura me invadiu.


E ouvi o Senhor dizer:

“Por que continuar alimentando aquilo que eu lhe disse para abandonar?”

“Por que continuar regando aquilo que rouba a sua paz?”


FRUTA PASSADA… NÃO PRECISO MAIS DELA!

Raízes podres não podem crescer em solo sagrado, Senhor!

Eu amarro a traição!

Eu amarro a inveja!

Eu amarro a ofensa e a insegurança!

E eu libero a alegria!

Eu libero a cura!

Eu libero a paz que restaura minha respiração!

Sim e amém!


O Senhor está me podando para que eu viva novamente!

Alguns amigos chegaram carregando espíritos de carência,

Sempre precisando, nunca retribuindo,

Competição escondida atrás de “Eu te protejo”,

Cada bênção em minha vida se tornou um ataque silencioso.

O espírito da divisão tentou destruir meu lar,

O espírito do controle tentou reivindicar meu trono,

O espírito da ofensa fez a amargura crescer,

Mas o Espírito Santo revelou o que eu não sabia.

Porque frutos velhos não nutrem — eles drenam,

Deixam sua alma exausta e sua adoração acorrentada,

Fazendo você questionar propósito, identidade e graça,

Até você não reconhecer mais seu próprio rosto.

Mas Deus disse:

“Filho, estou limpando a cesta.”

“Nem todos que estão ligados a você podem ir aonde estou te levando.”


Corte fora, deixe cair, não tenho mais medo,

Fogo sagrado atinge as raízes, deixe queimar!

Todo Judas à mesa sendo descoberto,

Toda serpente no jardim sendo expulsa!

Libertem-me da confusão!

Libertem-me do medo!

Libertem toda voz que não foi enviada daqui!

Libertem a paz divina!

Libertem a visão do reino!

Libertem a sabedoria sagrada e o ritmo sobrenatural!

Veja, eu carregava um peso morto pensando que era o destino,

Até que o Senhor me mostrou que a decadência estava me matando mentalmente,

Emocionalmente, espiritualmente e, eventualmente, fisicamente,

Tentando salvar pessoas que nunca me foram designadas!

Aleluia!

Correntes se quebrando na sala!

Posso sentir a ressurreição rompendo o túmulo!

O louvor fica mais alto enquanto o velho morre rapidamente,

Porque Deus não está abençoando o que Ele me disse para abandonar!


Obrigado pela poda…

Obrigado pela dor…

Obrigado por cada porta fechada que não deixou a decadência permanecer…

Você é a videira…

Eu sou o galho…

Corte o que rouba minha dança…

Eu me rendo a cada laço tóxico…

A cada falsificação disfarçada…

E eu perco o amor…

Eu perco a verdade…

Eu perco a liberdade sobre mim!

Pensei que perdê-los me destruiria…

Mas mantê-los quase me destruiu.

Algumas pessoas nunca foram frutos…

Apenas uma fase de provação.

E agora eu sei…

Não preciso mais de frutos velhos.

Nem toda despedida é uma perda.

Algumas despedidas são libertação.


FRUTOS VELHOS…

CAINDO DA ÁRVORE!

Deus está abrindo espaço para o que era para mim!

Eu amarro o peso!

Eu amarro a vergonha!

Eu amarro todo ciclo que opera em dor!

E eu libero a glória!

Eu libero a graça!

Eu libero a liberdade sobre este lugar!

SIM E AMÉM!

A MÃO DO JARDINEIRO ESTÁ CORTANDO NOVAMENTE!

FRUTA PASSADA…

CAINDO DA ÁRVORE!

Deus está abrindo espaço para o que me foi destinado!

Eu amarro o peso!

Eu amarro a vergonha!

Eu amarro todo ciclo que opera em dor!

E eu libero a glória!

Eu libero a graça!

Eu libero a liberdade sobre este lugar!

SIM E AMÉM!

A MÃO DO JARDINEIRO ESTÁ CORTANDO NOVAMENTE!

“Corta isso, Senhor…”

“Corta isso…”

“Abre espaço para novos frutos…”

“Abre espaço…”

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