sábado, 30 de maio de 2026

Para você: seu amigo Cícera Lacerda Fonseca compartilhou o post de Brasil para todes

 
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🔗 Cícera Lacerda Fonseca compartilhou o post de Brasil para todes.
 
27 de maio às 19:42
 
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Seja Crente Na Promessa!

Quem decretou o teu fim?
Se Deus falou uma vez
Vai cumprir até o fim

Eu sei que a espera machuca
E a lágrima desce ao chão
Eu sei que a noite é longa
E aperta o coração

Mas Deus não perdeu o controle
Nem esqueceu de você
O que Ele escreveu no céu
Ninguém pode desfazer
Permaneça na promessa
E continue a crer

Seja crente na promessa
Mesmo sem compreender
O que Deus te garantiu
Ainda vai acontecer

Já se ouve o som de passos
O milagre vem aí

Seja crente!
Na promessa do Senhor!
O que Ele determinou
Não será interrompido

Quem prometeu é fiel
E jamais foi vencido!
À promessa continua viva
Porque Deus não desistiu!

Abraão olhou para o céu
Sem poder compreender
Mas a promessa impossível
Começou a florescer

José passou pela cova
E também pela prisão
Mas quem carrega promessa
Não morre na provação
O Deus que fez ontem
Faz hoje outra vez

Seja crente na promessa
Não abandone o altar
O relógio do céu já marca
O momento de chegar
O impossível está cedendo
Deus começou a trabalhar

Seja crente!
Na promessa do Senhor!
O que Ele determinou
Não será interrompido

Quem prometeu é fiel
E jamais foi vencido!
A promessa continua viva
Porque Deus não desistiu!

Ninguém cancela
O que Deus escreveu
Ninguém impede
O que do céu desceu

A porta vai abrir
O tempo vai chegar
A promessa está de pé
E vai se manifestar

Eu sou crente! na promessa do Senhor!
Vejo o céu se movimentando a meu favor
O que parecia distante já chegou
Porque quem prometeu jamais falhou!

A promessa permanece
Mesmo quando eu não vejo
O Deus que fez a aliança
É o mesmo Deus de hoje

Eu descansarei
Eu continuarei
Sendo crente na promessa
Até ela acontecer…


terça-feira, 26 de maio de 2026

A última palavra é de Deus!

O inimigo disse: acabou
O diagnóstico disse: não há solução
A circunstância gritou: é tarde demais
As vozes ao redor disseram: não vai ter paz

O relatório chegou com número e data
A sentença humana parecia certa
Mas eu aprendi a ler outro documento
Escrito antes do tempo — antes do firmamento

Lázaro estava morto há quatro dias 
a ciência da época dizia: não há mais nada a fazer
Mas Jesus não consultou o túmulo pra falar
Ele já sabia o que ia decretar

Abraão era velho e Sara estéril
Mas Deus anunciou o filho — sem duvidar 
Porque Ele chama as coisas que não são
Como se fossem — essa é Sua declaração!

Assim como a chuva desce dos céus
E não volta sem regar a terra — assim é Deus
Assim como a neve cobre o que havia
A Sua palavra cumpre o que prometia!

Eu decreto sobre minha vida agora
O que Deus falou — nenhum diabo devora!
Eu decreto sobre minha família hoje
A última palavra é de Deus — e ela não se corroe!

É de Deus! É de Deus!
A última palavra sempre foi de Deus!
É de Deus! É de Deus!
O céu e a terra passarão —
mas a Palavra — de Deus — não passa — não!

A última palavra é de Deus!
Não do médico, não do juiz, não dos réus!
A última palavra é de Deus!
O que Ele decretou — já está nos céus!

Pode vir a acusação, pode vir o não
Pode vir a condenação — mas há apelação!
A última palavra é de Deus!
A última palavra é de Deus!

domingo, 10 de maio de 2026

A Distância!

Às vezes, na medula atormentada 

Do meu cérebro aflito e taciturno, 

Interrogo o Mistério alto e soturno 

Da existência fatal, desagregada...


Por que a família, em marcha desvairada, 

Se espalha pelo espaço, em giro noturno?

Uns perto do meu sangue e do meu turno, 

Outros longe, na ausência envenenada...


Tenho parentes mil, na pátria inteira, 

Fragmentos de um plasma hereditário, 

Errando pela estrada brasileira...


Uns vejo ao sol do afeto cotidiano, 

Outros jamais tocaram meu calvário, 

Nem viram meu esqueleto humano...


Duas tias possuo - e que tortura

Saber que habitam léguas de distância!

Na alma deixam úmida fragrância

Misturada ao ácido da amargura...


Uma em Manaus, sob a floresta escura, 

Outra em Palmas, em erma constância;

Vivem nutrindo a antiga extravagância

De retornar à origem mais segura...


Digení, flor nervosa do Amazonas, 

Direní, sombra triste do cerrado, 

Ambas perguntam por minhas zonas...


E dizem: "Damaci é belo e generoso!"

Ah! Como o elogio, em plasma entranhado, 

Faz meu ego vibrar, tumultuoso!


Mas há outra tia, figura singular, 

Batizada nas pias por Maria, 

Porém Diraci — na prática sombria - 

É o nome que aprendi a pronunciar...


Toda vez que me encontra, em singular

Vocação para a crítica bravia, 

Faz-me tossir na traqueia mais vazia, 

Como um pulmão cansado de expirar...


Enquanto as outras julgam-me formoso, 

Ela, cruel anatomista humana, 

Acha-me um ser terrível e nervoso...


E eu, que em todos cultivo estima franca, 

Guardo esse amor que a própria dor irmana 

Na substância moral que em mim estanca...


Assim caminha a vida transitória:

Uns aqui, outros além da sepultura...

Tudo muda na orgânica estrutura 

Da carne efêmera e da vã memória...


Porque o Tempo — esse verme da matéria -

Há de engolir, num ápice profundo, 

Os laços, os afetos e este mundo, 

Na química final da própria miséria...