Eu busco no vento o silêncio da alma
Que dança nas folhas e sopra a calma
Procuro o som que não se vê
A melodia que faz o ser renascer
Não quero ouro
Nem prata
Nem glória
Só a pureza que vive na memória
Pensamento puro
Céu sem medida
Colorindo o vazio da vida
Rosas que brotam no peito despido
Orvalho que cai num sonho florido
No espelho da mente
Reflexo tão claro
Um campo sem fim
Sem muro ou amparo
Procuro a essência que o tempo não rouba
O toque do eterno que a alma deslumbra
Não quero posse
Nem peso
Nem nome
Só o abraço do sonho que consome
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