sábado, 27 de junho de 2026

Sobre Vicente G e outros amigos: 17 mensagens, outras 19 novas notificações, 23 pedidos de amizade e...

 
Maria, veja suas mensagens não lidas e outras notificações sobre Vicente G Oliveira e Macos Vinicius Gonçalves.
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Maria Sueli    
 
   
   
 
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sexta-feira, 26 de junho de 2026

Tia Digení 🖤

O calendário marcou o dia cinco de junho,

A notícia chegou e abalou o meu mundo.

Um vazio no peito, uma lágrima no olhar,

Poxa, tia Digení, quanta falta você vai fazer neste lugar.

Fiquei tão triste com sua partida,

Sua ausência ecoa na minha vida.


Mas fecho os olhos e consigo lembrar

Do tempo em que morei na sua casa,

Com minhas primas sorrindo, dias cheios de luz,

Boas recordações que o tempo não reduz.

Você foi marcante, sua essência é marcante,

Um legado de amor que em mim gravou.


Eu pedia a Deus para você se recuperar,

Mas a vontade dEle veio te abraçar.

Seria egoísmo meu te ver sofrendo aqui,

Se o céu te chamou para finalmente sorrir.


Obrigado por tudo que você fez por mim!

O amor que plantou nunca vai ter um fim!

Tia, eu te amo, meu peito chora de dor,

Mas sei que agora você descansa no Senhor!

A saudade é grande, o vazio é real,

Mas tuas memórias são meu bem mais precioso.


Ficou a saudade, mas ficou a gratidão,

Pelo colo, pelo abraço, pela sua proteção.

Cada ensinamento, cada gesto de carinho,

Vai continuar guiando o meu caminho.


Deus recolheu o teu choro, enxugou teu olhar...

A tua jornada na terra você soube completar...

Guardo no peito o teu abraço mais caloroso,

Até o dia do nosso reencontro glorioso...


Obrigado por tudo que você fez por mim!

O amor que plantou nunca vai ter um fim!

Tia, eu te amo, meu peito chora de dor,

Mas sei que agora você descansa no Senhor!

A saudade é grande, o vazio é real,

Mas sei que o teu novo lar é celestial!


Te amo, Tia Digení...

Descanse nos braços do Pai...



sexta-feira, 19 de junho de 2026

Fruta Podre!

Algumas frutas pareciam boas por fora…

Mas estavam apodrecendo nas minhas mãos.

E eu continuava chamando a decomposição de… lealdade.

Pai, esta noite…

Nós rompemos toda conexão falsa.

Toda amizade desgastante.

Todo espírito que se esconde atrás de rostos familiares.

E liberamos paz… sabedoria… discernimento… e liberdade em nome de Jesus.


Eu carregava cestas cheias de pessoas com a alma ferida,

Sorrisos doces, mas com corações frios,

Conversas apodrecidas, sementes mofadas,

A cada momento em que me fortalecia, ficava mais difícil contê-las.

Algumas vinham com inveja,

Algumas com orgulho,

Algumas com fofoca, apenas para envenenar minha mente,

A manipulação sussurrava: "Não as abandone",

Mas cada galho seco continuava sufocando minha videira.

Ignorei os sinais de alerta por anos,

Confundindo a dor familiar com lágrimas de aliança,

Acolhendo serpentes enquanto orava por cura,

Chamando isso de amor, mas meu espírito conhecia o sentimento.

Frutas apodrecendo...

Sentadas à mesa do meu destino,

Cada mordida tinha um gosto doce no início...

Então a amargura me invadiu.


E ouvi o Senhor dizer:

“Por que continuar alimentando aquilo que eu lhe disse para abandonar?”

“Por que continuar regando aquilo que rouba a sua paz?”


FRUTA PASSADA… NÃO PRECISO MAIS DELA!

Raízes podres não podem crescer em solo sagrado, Senhor!

Eu amarro a traição!

Eu amarro a inveja!

Eu amarro a ofensa e a insegurança!

E eu libero a alegria!

Eu libero a cura!

Eu libero a paz que restaura minha respiração!

Sim e amém!


O Senhor está me podando para que eu viva novamente!

Alguns amigos chegaram carregando espíritos de carência,

Sempre precisando, nunca retribuindo,

Competição escondida atrás de “Eu te protejo”,

Cada bênção em minha vida se tornou um ataque silencioso.

O espírito da divisão tentou destruir meu lar,

O espírito do controle tentou reivindicar meu trono,

O espírito da ofensa fez a amargura crescer,

Mas o Espírito Santo revelou o que eu não sabia.

Porque frutos velhos não nutrem — eles drenam,

Deixam sua alma exausta e sua adoração acorrentada,

Fazendo você questionar propósito, identidade e graça,

Até você não reconhecer mais seu próprio rosto.

Mas Deus disse:

“Filho, estou limpando a cesta.”

“Nem todos que estão ligados a você podem ir aonde estou te levando.”


Corte fora, deixe cair, não tenho mais medo,

Fogo sagrado atinge as raízes, deixe queimar!

Todo Judas à mesa sendo descoberto,

Toda serpente no jardim sendo expulsa!

Libertem-me da confusão!

Libertem-me do medo!

Libertem toda voz que não foi enviada daqui!

Libertem a paz divina!

Libertem a visão do reino!

Libertem a sabedoria sagrada e o ritmo sobrenatural!

Veja, eu carregava um peso morto pensando que era o destino,

Até que o Senhor me mostrou que a decadência estava me matando mentalmente,

Emocionalmente, espiritualmente e, eventualmente, fisicamente,

Tentando salvar pessoas que nunca me foram designadas!

Aleluia!

Correntes se quebrando na sala!

Posso sentir a ressurreição rompendo o túmulo!

O louvor fica mais alto enquanto o velho morre rapidamente,

Porque Deus não está abençoando o que Ele me disse para abandonar!


Obrigado pela poda…

Obrigado pela dor…

Obrigado por cada porta fechada que não deixou a decadência permanecer…

Você é a videira…

Eu sou o galho…

Corte o que rouba minha dança…

Eu me rendo a cada laço tóxico…

A cada falsificação disfarçada…

E eu perco o amor…

Eu perco a verdade…

Eu perco a liberdade sobre mim!

Pensei que perdê-los me destruiria…

Mas mantê-los quase me destruiu.

Algumas pessoas nunca foram frutos…

Apenas uma fase de provação.

E agora eu sei…

Não preciso mais de frutos velhos.

Nem toda despedida é uma perda.

Algumas despedidas são libertação.


FRUTOS VELHOS…

CAINDO DA ÁRVORE!

Deus está abrindo espaço para o que era para mim!

Eu amarro o peso!

Eu amarro a vergonha!

Eu amarro todo ciclo que opera em dor!

E eu libero a glória!

Eu libero a graça!

Eu libero a liberdade sobre este lugar!

SIM E AMÉM!

A MÃO DO JARDINEIRO ESTÁ CORTANDO NOVAMENTE!

FRUTA PASSADA…

CAINDO DA ÁRVORE!

Deus está abrindo espaço para o que me foi destinado!

Eu amarro o peso!

Eu amarro a vergonha!

Eu amarro todo ciclo que opera em dor!

E eu libero a glória!

Eu libero a graça!

Eu libero a liberdade sobre este lugar!

SIM E AMÉM!

A MÃO DO JARDINEIRO ESTÁ CORTANDO NOVAMENTE!

“Corta isso, Senhor…”

“Corta isso…”

“Abre espaço para novos frutos…”

“Abre espaço…”

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Ele Fortalece Minha Fé!

Quantas vezes a tempestade bateu na minha porta

E eu fiquei tremendo, sem saber o que fazer

Mas cada vez que eu fraquejei, a mão de Deus me sustentou

E eu aprendi que Ele nunca vai me deixar cair


Não foi sorte, não foi acaso, não foi força minha

Foi a graça de um Deus que escolheu ser meu Senhor

Na hora que eu não tinha mais nada pra oferecer

Ele veio e encheu de novo o meu interior!


Tem provação que parece que não vai ter fim

Tem noite que o frio da dúvida quer entrar

Mas eu aprendi a segurar a Palavra como espada

E o que tentou me matar, me fez mais forte no altar


Cada desafio que eu enfrentei foi escola do Senhor

Cada lágrima que eu chorei foi semente de vitória

Hoje eu entendo o que eu não entendia antes

Deus estava escrevendo no meu choro a minha glória!


Ele fortalece a minha fé!

Quando eu fraquejo, Ele me sustém!

O que era fraqueza virou unção

O que era derrota virou louvor, amém!


Ele fortalece a minha fé!

Não me deixa, não me abandona também!

Cada obstáculo que o inimigo pôs no meu caminho

Deus transformou em degrau pro meu além!


Crente que foi provado não tem medo de testemunhar

Porque quem passou pelo fogo sabe que Deus é fiel!

Pode vir o desemprego, pode vir o diagnóstico

A sentença do inimigo não tem força contra o céu!


Eu não tô aqui de acaso, eu fui chamada pelo nome

Antes de existir o mundo Ele já me conhecia

Pode vir qualquer gigante, pode vir qualquer Golias

A pedra da minha fé já foi lançada, a vitória é minha!


Ele fortalece a minha fé!

Quando eu fraquejo, Ele me sustém!

O que era fraqueza virou unção!

O que era derrota virou louvor, amém!


Ele fortalece a minha fé!

Não me deixa, não me abandona também!

Cada obstáculo que o inimigo pôs no meu caminho

DEUS TRANSFORMOU EM DEGRAU PRO MEU ALÉM!

Ele fortalece… 

fortalece minha fé…

sábado, 30 de maio de 2026

Seja Crente Na Promessa!

Quem decretou o teu fim?
Se Deus falou uma vez
Vai cumprir até o fim

Eu sei que a espera machuca
E a lágrima desce ao chão
Eu sei que a noite é longa
E aperta o coração

Mas Deus não perdeu o controle
Nem esqueceu de você
O que Ele escreveu no céu
Ninguém pode desfazer
Permaneça na promessa
E continue a crer

Seja crente na promessa
Mesmo sem compreender
O que Deus te garantiu
Ainda vai acontecer

Já se ouve o som de passos
O milagre vem aí

Seja crente!
Na promessa do Senhor!
O que Ele determinou
Não será interrompido

Quem prometeu é fiel
E jamais foi vencido!
À promessa continua viva
Porque Deus não desistiu!

Abraão olhou para o céu
Sem poder compreender
Mas a promessa impossível
Começou a florescer

José passou pela cova
E também pela prisão
Mas quem carrega promessa
Não morre na provação
O Deus que fez ontem
Faz hoje outra vez

Seja crente na promessa
Não abandone o altar
O relógio do céu já marca
O momento de chegar
O impossível está cedendo
Deus começou a trabalhar

Seja crente!
Na promessa do Senhor!
O que Ele determinou
Não será interrompido

Quem prometeu é fiel
E jamais foi vencido!
A promessa continua viva
Porque Deus não desistiu!

Ninguém cancela
O que Deus escreveu
Ninguém impede
O que do céu desceu

A porta vai abrir
O tempo vai chegar
A promessa está de pé
E vai se manifestar

Eu sou crente! na promessa do Senhor!
Vejo o céu se movimentando a meu favor
O que parecia distante já chegou
Porque quem prometeu jamais falhou!

A promessa permanece
Mesmo quando eu não vejo
O Deus que fez a aliança
É o mesmo Deus de hoje

Eu descansarei
Eu continuarei
Sendo crente na promessa
Até ela acontecer…


terça-feira, 26 de maio de 2026

A última palavra é de Deus!

O inimigo disse: acabou
O diagnóstico disse: não há solução
A circunstância gritou: é tarde demais
As vozes ao redor disseram: não vai ter paz

O relatório chegou com número e data
A sentença humana parecia certa
Mas eu aprendi a ler outro documento
Escrito antes do tempo — antes do firmamento

Lázaro estava morto há quatro dias 
a ciência da época dizia: não há mais nada a fazer
Mas Jesus não consultou o túmulo pra falar
Ele já sabia o que ia decretar

Abraão era velho e Sara estéril
Mas Deus anunciou o filho — sem duvidar 
Porque Ele chama as coisas que não são
Como se fossem — essa é Sua declaração!

Assim como a chuva desce dos céus
E não volta sem regar a terra — assim é Deus
Assim como a neve cobre o que havia
A Sua palavra cumpre o que prometia!

Eu decreto sobre minha vida agora
O que Deus falou — nenhum diabo devora!
Eu decreto sobre minha família hoje
A última palavra é de Deus — e ela não se corroe!

É de Deus! É de Deus!
A última palavra sempre foi de Deus!
É de Deus! É de Deus!
O céu e a terra passarão —
mas a Palavra — de Deus — não passa — não!

A última palavra é de Deus!
Não do médico, não do juiz, não dos réus!
A última palavra é de Deus!
O que Ele decretou — já está nos céus!

Pode vir a acusação, pode vir o não
Pode vir a condenação — mas há apelação!
A última palavra é de Deus!
A última palavra é de Deus!

domingo, 10 de maio de 2026

A Distância!

Às vezes, na medula atormentada 

Do meu cérebro aflito e taciturno, 

Interrogo o Mistério alto e soturno 

Da existência fatal, desagregada...


Por que a família, em marcha desvairada, 

Se espalha pelo espaço, em giro noturno?

Uns perto do meu sangue e do meu turno, 

Outros longe, na ausência envenenada...


Tenho parentes mil, na pátria inteira, 

Fragmentos de um plasma hereditário, 

Errando pela estrada brasileira...


Uns vejo ao sol do afeto cotidiano, 

Outros jamais tocaram meu calvário, 

Nem viram meu esqueleto humano...


Duas tias possuo - e que tortura

Saber que habitam léguas de distância!

Na alma deixam úmida fragrância

Misturada ao ácido da amargura...


Uma em Manaus, sob a floresta escura, 

Outra em Palmas, em erma constância;

Vivem nutrindo a antiga extravagância

De retornar à origem mais segura...


Digení, flor nervosa do Amazonas, 

Direní, sombra triste do cerrado, 

Ambas perguntam por minhas zonas...


E dizem: "Damaci é belo e generoso!"

Ah! Como o elogio, em plasma entranhado, 

Faz meu ego vibrar, tumultuoso!


Mas há outra tia, figura singular, 

Batizada nas pias por Maria, 

Porém Diraci — na prática sombria - 

É o nome que aprendi a pronunciar...


Toda vez que me encontra, em singular

Vocação para a crítica bravia, 

Faz-me tossir na traqueia mais vazia, 

Como um pulmão cansado de expirar...


Enquanto as outras julgam-me formoso, 

Ela, cruel anatomista humana, 

Acha-me um ser terrível e nervoso...


E eu, que em todos cultivo estima franca, 

Guardo esse amor que a própria dor irmana 

Na substância moral que em mim estanca...


Assim caminha a vida transitória:

Uns aqui, outros além da sepultura...

Tudo muda na orgânica estrutura 

Da carne efêmera e da vã memória...


Porque o Tempo — esse verme da matéria -

Há de engolir, num ápice profundo, 

Os laços, os afetos e este mundo, 

Na química final da própria miséria...